A Syngenta, uma das líderes mundiais no setor de agribusiness, inova a oferta de soluções específicas para a cultura de cana-de-açúcar nos campos do país. A empresa é uma grande aliada dos produtores, contribuindo de forma direta para alavancar a produção de etanol no competitivo mercado de energia nacional e de exportação”, afirma Leandro Amaral, gerente de marketing da empresa.
Para a Syngenta o mercado de cana-de-açúcar é um dos mais estratégicos para o seu negócio no país. Amaral avalia que a demanda por etanol deverá crescer muito nos próximos anos, tanto no consumo interno como também em exportação no futuro. “Em 2007, a produção de etanol atingiu 21 bilhões de litros, dos quais 90% foi absorvido pelo consumo interno. Esta tendência deverá manter seu crescimento até 2012, mas a demanda de exportação, que registrou 3,5 bilhões de litros em 2007, também deverá crescer muito nos próximos anos.”
De acordo com a União da Indústria de Cana-de-Açúcar (Única), a produção de etanol no Brasil deverá chegar a 65,3 bilhões de litros até 2020/21. Hoje, o Brasil conta com 7 milhões de hectares de cultura de cana-de-açúcar, área que deverá crescer muito nos próximos anos. Embora o Brasil seja líder na produção mundial de cana-de-açúcar, é necessário aumentar a capacidade para atender às exigências mundiais e internas de mercado, com foco no negócio de biocombustíveis.
Além dos produtos que oferece no mercado, a empresa prepara o lançamento de uma série de produtos nos próximos anos, como herbicidas e inseticidas. Com foco na produtividade, a Syngenta acaba de lançar um bioativador que pode colaborar para o aumento da produção de cana-de-açúcar sem ter, necessariamente, de ampliar a área de plantio. “O Actara® pode contribuir para um crescimento de até 12% por hectare”, acrescenta Emilhano Lima, gerente de marketing da Syngenta.
Para o desenvolvimento do Actara®, a Syngenta investiu em estudos científicos nos últimos dez anos, em parceria com cerca de 30 centros de pesquisa agrícola, como a Escola Superior de Agricultura “Luiz de Queiroz” (Esalq) e a Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa). As pesquisas confirmaram que o produto contribui para o aumento da produtividade da cana. Em 2005, a Universidade Livre de Berlim (Alemanha), um dos principais centros de estudos de biotecnologia do mundo também confirmou a atividade bioativadora do produto. |